8M em Curitiba: a proteção à vida das mulheres, o fortalecimento de políticas públicas de prevenção e o enfrentamento das desigualdades estruturais são elementos imprescindíveis à garantia do direito à saúde e à vida (foto: Departamento de Comunicação)

 

No dia 8 de março, manifestações em todo o País marcaram o Dia Internacional da Mulher. Em Curitiba, o ato teve início pela manhã, com uma concentração na praça Santos Andrade, seguida de passeata até a Boca Maldita. O tema central foi a luta contra a violência de gênero, um fenômeno que atinge a sociedade brasileira e precisa ser combatido em caráter de prioridade. Os números são impressionantes. Confira.

 

  • Em 2025, o Brasil registrou 4.755 feminicídios. São quase 6 mulheres assassinadas por dia.
  • Em 75% dos casos, o agressor faz ou fez parte do círculo de intimidade da mulher (companheiro, ex-companheiro ou pessoa com quem a vítima teve filhos).
  • A maioria das mulheres foi morta ou agredida na própria casa (38%) ou na residência do casal (21%).
  • De 2024 para 2025, o número de tentativas de feminicídios aumentou em 34%.
  • 69% das vítimas de feminicídio tinham filhos ou dependentes.
  • 101 mulheres vítimas de feminicídio estavam grávidas.

 

Fonte: Lesfem/UEL – Relatório Anual de Feminicídios no Brasil (2025) – Via Abrasco

 

8M em Curitiba: para combater a violência contra a mulher, é preciso apoiar e fortalecer as redes de proteção (foto: Departamento de Comunicação)

 

8M em Curitiba: defender a saúde das mulheres passa, necessariamente, pela garantia de uma vida livre de violência (foto: Departamento de Comunicação)

 

O que fazer contra a violência

 

  • Escute e acolha as mulheres, sem julgamento.
  • Não se cale diante da violência.
  • Apoie e fortaleça as redes de proteção.
  • Divulgue os canais de denúncia e apoio

 

8M em Curitiba: lutar contra o machismo é desafio central para a sociedade brasileira (foto: Departamento de Comunicação)

 


Em caso de violência, denuncie | Ligue 180

 


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