A URV voltou a ser debatida num encontro que reuniu, no dia 27 de agosto, o secretário-geral do Tribunal de Justiça, Vinicius André Bufalo, e membros da Aconjur-PR, autora do procedimento administrativo sobre a matéria (SEI nº 0028262-83.2020.8.16.6000), e da Assinapar (associação de aposentados). Durante a audiência, os representantes dos servidores solicitaram informações sobre os cálculos das diferenças devidas pela administração. Em reuniões anteriores, o setor onde são elaboradas as folhas de pagamento garantiu que os trabalhos de apuração seriam encerrados no mês de julho, e que a parcela mensal paga atualmente, de R$ 500, poderia ser reajustada a partir de agosto. Isso, todavia, não aconteceu.
Atraso – Segundo Bufalo, os motivos do atraso na confecção dos cálculos estão sendo verificados. Ele confirmou, também, que a ideia da administração é quitar uma parte expressiva da dívida ainda em 2025. Como existem questões técnicas a serem resolvidas, a Assinapar apresentou uma alternativa: o aumento do limite de repasse fixado pela folha de pagamento (por enquanto, o Tribunal considerou apenas o valor histórico dos créditos individuais, sem nenhum fator de correção, o que gerou a parcela de R$ 500). Essa medida possibilitaria a autorização de pagamentos maiores do que os atuais, sem prejuízo da continuidade da liquidação dos créditos.
Compromisso – Novos contatos entre associações e administração serão feitos na sequência. O Tribunal deverá, a partir de agora, identificar o que falta para a finalização dos cálculos e estabelecer um cronograma de quitação. Também será analisada a proposta feita pela Assinapar, de aumento do valor mínimo a ser repassado a cada servidor.
